Não sendo baptizada, guardava o ressentimento de não poder vir a ter afilhados. Para colmatar essa falta, tornei-me madrinha de uma gorila no Jardim Zoológico durante vários anos até ao último ano, altura em que não renovei o apadrinhamento porque não gostei da forma como responderam ao meu email em que pedia a renovação da documentação. Entretanto tinha sido altamente surpreendida com o convite para ser madrinha do meu sobrinho que foi a porta que se abriu para a concretização do meu desejo de me converter ao Catolicismo. Sempre disse que não o faria por motivo de um casamento porque sentia que seria pouco legítimo mas poder orientar, caminhando lado a lado com o M. era tudo o que precisava e que nunca sequer sonhei que acontecesse. Sempre achei que iria ser a Católica invisivel.
Esta semana, recebi um email em que me comunicavam que durante um ano serei madrinha de uma chimpanzé de um centro de recuperação apoiado pelo Instituto Jane Goodall. Percebi logo que só poderia ter sido a minha amiga A. a proporcionar tal prazer.
Obrigada à M e ao ZM.
Obrigada à A.
E sempre, muito obrigada ao M.

2 Comments:
LOL. De certeza que não seria a tua amiga M.
Talvez recebas um convite para ser madrinha de um koala :)
Se não me dás um afilhado luso-franco-brasileiro, aceito um koala, ornitorrinco ou canguru ;)
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