30 março, 2010

Que misturada

Na semana passada, um dia após a infiltração, sentia necessidade de ser compensada. Como há algumas semanas vinha a pensar nos bolos húngaros que o meu pai me dava em pequena, decidi passar nessa mesma pastelaria para os comprar. Se a frustração existia, manteve-se ao ver o tamanho reduzido dos bolos. Nestes últimos anos sem os comer, reduziram para metade as suas dimensões. O bom é que são dos poucos que conheço onde no interior têm marmelada.
Ontem estava no supermercado e vi à venda uns bolos iguais mas três vezes o tamanho dos outros e com o interior de doce de morango. Para não perder mais tempo a pensar nos bolos, comprei e aconteceu uma coisa estranha. O doce usado sabe a cornetto de morango. Que confusão aquele sabor naquela textura!
Não me apetece nada comer embora já só exista um (lol) mas já começou a dar vontade de ir atacar um mcflurry de cornetto de morango (única coisa que consigo comer nesse restaurante).
Sim, funciono muito por desejos nas comidas.

27 março, 2010

A indefinação dos outros é limitativa

Não gosto de esperar sem saber por quanto tempo, nesse período fico "presa" à espera e não consigo levar a cabo nenhuma actividade porque não sou pessoa para deixar coisas a meio.
Com a baixa médica, aprendi a esperar. Meses em casa sozinha, sentindo os dias como uma sucessão desinteressantemente igual, fez-me capaz de viajar no tempo da espera definida. Se me disserem para aguardar uma hora, espero mais facilmente do que se me disserem para esperar um bocado. Posso ter esperado nas duas situações os mesmos 60 minutos, contudo a vivência da passagem desse tempo é completamente diferente e passa mais fácil e rapidamente na primeira situação.
Ainda não perceberam que a questão do tempo é importante para mim? Se quiserem relembrar, basta ler o título do blog.

Parâmetros - Parte II

No passado mês falei num elixir e nos efeitos que provocou e recebi o comentário do Nuno, referia o efeito bombástico de um de marca diferente da testada por mim. Acabei agora de ver o anúncio da marca que referiu, não és o senhor da direita de quem vê a televisão mas podias ser, certo?
Podiamos utilizar este espaço para fazer referência a produtos e serviços que recomendariamos aos nossos amigos e agora aos nossos mais (des)conhecidos bloggers.

25 março, 2010

Tenho andado viciada nisto, o que é estranho porque nunca como nada com sal e acho isto muito salgado (para terem uma ideia, mão sou capaz de comer pipocas salgadas porque me fazem "arder" os lábios). Talvez por isso mesmo, consigo fazer render um pacote durante uma semana enquanto que alguém devorou o meu pacote numa só noite.

24 março, 2010

Hoje o director, sem qualquer aviso prévio, chamou seis pessoas para apresentar um projecto e pediu a opinião a cada um. Senti-me um bicho estranho, estavam todos muito entusiasmados menos eu. Quando me pediu a opinião, disse directamente que acho que é a solução mais rápida e fácil mas não a melhor. Apresentei ainda estratégias para potenciar o projecto de forma a se atingirem os objectivos que a meu ver são os mais importantes.
Fiquei com a sensação que os outros cinco não perceberam o meu ponto de vista.
Agora é esperar para ver se fui ouvida por quem de direito.

23 março, 2010

Cura almas e alimenta esperanças

Ontem à tarde o M. pediu colo e exliquei que já era crescido e por isso capaz de andar a pé e que a tia tinha um dói-dói maior no pé e que depois podia lhe mostrar. Já em casa, quis que lhe mostrasse. O maior aqui era traduzido pela existência de um penso (desnecessário) que nunca tinha visto e que olhou atentamente. Depois aconteceu mais uma das manifestações que nos fazem pensar na inexistência de limites (sim, os limites falados no post anterior também se aplicam a coisas boas!). O M. aproximou-se e deu um beijinho com a chucha na boca para me passar o dói-dói.

Infiltração

Ontem optou-se por fazer infiltração de corticóides, intervenção que foi definida como de segunda linha há vários meses atrás. Depois de sucessivamente adiada, com pedidos de exames que ajudassem a esclarecer o diagnóstico e sobretudo depois de ter perguntado directamente o que ia sentir e quais os possíveis efeitos secundários, deparei-me com um quadro que não previa. Depois da anestesia local, da infiltração própriamente dita (não custou nada), o médico disse que eu não podia conduzir nas duas horas seguintes e expliquei que tal não iria acontecer porque só iria pegar no carro 5 horas depois. Só sei que uma hora e meia depois o efeito da anestesia desapareceu num flash, estava a trabalhar e comecei a sentir dores maiores do que as definidas por mim como máximas e sem saber muito bem onde meter o pé porque não o aguentava no chão nem em suspensão mas lá se cumpriu o trabalho. A seguir vinha o caminho a pé até ao carro e a condução. Vi-me aflita para voltar para casa mas vim sem me queixar a ninguém. Como tinha coisas para fazer da parte da tarde, em desespero tomei pela primeira vez um medicamento para as dores que irónicamente foi "medicamento para tirar as dores do tratamento que fiz para tirar a dor". Hoje, sinto o pé muito dorido, custa tocar e pousar no chão. Lancei-me no google e fiquei a saber que a exacerbação dos sintomas com posterior alivio pode ocorrer em situações de inflamação crónica. Continuo sem saber onde meter o pé e o que fazer com ele. Agora resta-me esperar 3 a 4 semanas para avaliar. Não percebo porque ninguém me disse que podia me sentir (transitóriamente) pior.
Reforço da aprendizagem de vida:
Pode haver sempre pior, estando os limites frouxamente definidos.

Quein quein 2

A simpatia do meu pai em relação a mim é extraordinária.
Hoje cheguei a casa e tinha pendurado na porta um saco com um cd que tinha manifestado interesse em ter, tinha lhe pedido emprestado mas estranhamente o meu pai não tinha e comprou para mim.

22 março, 2010

Quein quein

A simpatia do meu pai em relação a mim é extraordinária.
Hoje quis ir comigo à consulta de ortopedia, não que eu tivesse pedido e, mal me encontrou de manhã disse: Pareces um patinho feio.

21 março, 2010

Os menos maus

Na essência, continuo sempre a mesma mas agora dou oportunidades de encontrar mais e/ou melhor. Contei que na véspera de Natal tinha ido fazer exame oftalmológico e tentado escolher uns óculos que é das coisas que menos gosto de fazer porque não gosto de me ver com óculos e acho que as lentes sem graduação que estão nos exemplares que se experimentam nas lojas, aumentam imenso o tamanho dos olhos e vejo-me num misto de Nemo e Ugly Betty.
Pedi para guardar os que designei por "menos maus" e esperei pela nova colecção na tal esperança de encontrar melhor mas acabei por ficar mesmo com aqueles ao fim de dois meses. Depois de os ter, comecei a reparar nos óculos das pessoas com quem me cruzava nos mais diversos locais (nem nos outros gosto de ver, não é um acessório para o qual perda tempo a observar) e percebi que o estilo dos meus corresponde ao que anda por aí na moda mas no enquadramento saloinho.
Só os uso em casa mas quem me viu com eles achou que me ficavam bem, o que me leva a pensar: Será isso um real elogio?
Quero lá saber ... queria uns que fossem resistentes aos movimentos por vezes bruscos do M. e discretos com tons que se cruzassem com a cor do cabelo e isso consegui.
Angustiou-me vê-lo após uma biópsia, à procura de respostas para o aumento dos gânglios do pescoço, falava num pêlo encravado, em alergia a gatos ou no efeito do cheiro da tinta estando longe daquilo que todos nós previamos e que se confirmou: um linfoma.
Um dia depois de ter tido conhecimento do diagnóstico, fui ter com ele e mostrei a minha disponibilidade para o ouvir mas senti-o preso aos factos numa racionalização necessária para a construção de um acreditar que tem que ser do próprio e que se vai alimentando do que necessita de ouvir dos outros. No dia seguinte, entrou no meu gabinete sem eu quase ter dado por isso e disse: "Estou cheio de medo da quimioterapia".
Pois sim.

Diálogos Surdos - Parte XXXVII

Enquanto transmitiam as imagens da limpeza que este país recebeu ontem, ouvi o seguinte comentário:
- Escavam tanto que pode ser que ainda encontrem a Maddie...

20 março, 2010

Era dia do pai ou dia da bruxa?

Defendo sempre que só existe dia dos progenitores porque nós nascemos mas vejo que continuam todos centrados em si e não na formação da família.
O chato é quando quem se julga ser da família se mete no dia do pai/filhas e atirou achas para a fogueira que até tinha sido montada por si.
O meu pai queixa-se que nunca estou com ele e, em gesto de brincadeira encontrei este site http://www.sou-eu.com/ que recomendo pela graça que tem e mandei fazer uma boneca para lhe oferecer ontem.
Pensei que se fosse de alguma forma préviamente provocada, no momento de dar o presente iria dizer à que se considera mulher dele: "Não vale fazer voodoo". Não tinha achado necessário e remeti-me ao silêncio até que quando lhe ofereço o presente essa mesma pessoa me diz: "Isto dá para fazer voodoo" e repetiu umas duas vezes. Alertei-a para ter cuidado e depois com sentido de humor respondo: "Se quer fazer, faça no pé porque pode funcionar como acupuctura e quem sabe se não fico boa".
Deveria ter merecido que eu falasse no filme "Amar é complicado" para a reduzir à sua insignificância e lançar o fantasma que a assustará. Bolas, sou educada e simpática demais.
Estou danada, está a querer comprar uma guerra desnecessária desde que no mês passado fez o comentário em relação ao meu sobrinho "Diverte-se mais na minha casa (leia-se casa do meu pai!) que somos muitos do que na sua casa sozinho consigo".
Nunca me meti em nenhuma relação, aliás raramente sou vista mas se precisar marcar território aqui estarei eu.

16 março, 2010

Vou dormir!
Quando me dirijo para apagar um fogo, colocam-me uma mão no ombro e dizem: Esse existe mas tem ali um maior para apagar.
Não consigo fazer tudo.

Da Neurologia escapei

O diagnóstico neurológico foi excluído. Fiquei só com o pé marcado do exame, evidenciando um vergão de 7 cm comprimento bem encarnado e uma marca de picada. Para quem não sabe e de forma pouco científica, a electromiografia consiste em dar pequenos choques electricos em várias zonas do pé bom e mau para se ter uma base de comparação e posteriormente na introdução de uma agulha que transmite igualmente o sinal eléctrico mas como seria de esperar, a um nível mais profundo.
Agora o ortopedista como não consegue fazer diagnóstico, aposto que irá fazer uma infiltração. Para a semana confirmo a suspeita.

14 março, 2010

Já esteve quase e de momento já faltou menos

L: Gostava de ver este filme mas não o deves querer ver ...

M: Hoje fui ver um filme mas não é para ti, não o deves ver.

A: No fim-de-semana fui ver um filme e lembrei-me dos teus pais.

Perante estas observações como é óbvio quem foi directa para a sala de cinema?
Vi o filme,
Vi o passado e percebi que as partes rotineiras tendem a se desvanecer,
Consegui visualizar o futuro com qualidade HD.

13 março, 2010

"But I Won't Need To Fight It"

Esta semana foi eleita para os ataques pessoais feitos pelo meu pai.
Inexpressiva, olhava e ouvia coisas sem sentido como me chamar trintona quando não tenho trinta anos sequer e as sucessivas críticas por ter dito à mãe dele que não pensava em me casar tão cedo. Torna-se mais absurdo quando nunca gostou de nenhum namorado meu (nem da minha irmã). A mim ainda diz que ando à procura de um homem que seja o oposto dele. Igual é que eu não desejaria, deste modo é que é saudável! Queremos o édipo bem longe.
Não consegue perceber que não acho que seja mais ou melhor do que eles todos (família) que estão divorciados uma, duas a três vezes ou os que desejaram se divorciar e não conseguiram ou ainda os que estão a tentar há alguns anos sem sucesso.
Faço o que, como e quando eu quiser. That's it!

12 março, 2010

Fiz-me rir

Esta semana foi instalada uma nova rede de internet e quando ia pedir para o senhor configurar os dois portáteis via wireless lembrei-me: será que o primeiro portátil já tinha wireless? Não tinha!

Será?

Hoje fui à consulta de neurologia por causa do meu pé.
O médico foi muito profissional, colocou várias perguntas sob diversas formas para avaliar a consistência da minha descrição sintomática e fez-me um teste com uma espatula de madeira partida em que eu tinha que dizer o que e onde sentia. No final disse convicto que o problema é mesmo da ortopedia, lá vou eu chutada de e para o ortopedista mas como percebeu o arrastar da situação compreendeu que eu preciso de levar resultado de electromiografia e para a semana irei fazer apesar dele dizer que vai dar completamente negativo. Será?
Recomendou-me o spray que os futebolistas usam, aliviou a dor é um facto mas foi durante 5 minutos!
Qualquer dia têm é que me indicar o médico de um deles.

08 março, 2010

Tinha acabado de estacionar quando vi um carro de um senhor bem nabo a bater num outro (tendo em conta o espaço, a probabilidade de ter batido era mínima) e a desistir desse lugar para não levantar suspeitas. O sr, avançou duas filas mas como eu ainda estava ali no meio, decidiu pôr mais duas de distância. Como é óbvio, foi ver o senhor a afastar-se e eu a escrever um bilhete ao dono do carro batido.

Eu hoje ganhei um sorriso às 06:30 quando conferi os resultados

Quem acompanha atentamente este blog já me deveria ter enchido a caixa de comentários com a pergunta: Este ano quem ganhou as apostas dos Óscares? Me again!
Para os recém-chegados: mãe e filhas têm por tradição fazerem as suas apostas há vários e vários anos (ainda andava na escola).

07 março, 2010

Lágrimas que falam - Parte III

Na procura de respostas, esbocei hipóteses.
No momento recriado para as ter, desagradou-me ver a tua cara e a tua voz surgiu como insuportável.
No sonho, a realidade. Na realidade, um sonho.
Caminho para o sonho que me contemplará com a realidade.

06 março, 2010

A quem pertence?

Não resisti a fazer um print screen.
Sobrevi a 64 horas sem acesso a internet devido a um erro/asneira grave de um técnico da operadora cá de casa.
À medida que ia percebendo que devia haver algo de errado nesta situação, a irritação foi aumentando. No fim de muitos contactos, quando tudo foi esclarecido fiquei a saber que essa pessoa nesse espaço de tempo tinha sido despedida por outros problemas.

03 março, 2010

Sobre o limão

No domingo resolvi fazer chá de limão que seria um antidoto eficaz para a ranhosice aguda. Ser-se moderno, implica ter vários tipos de chá em pacotinhos mais ou menos ergonómicos. Em casa havia chá preto aromatizado com limão que é publicitado como chá de limão que foi consumido durante os períodos de tarde e de noite. O resultado foi uma insónia total, não dormi absolutamente nada de domingo para segunda devido ao efeito da teina. Não bebo café porque não gosto do sabor, não me agrada beber coca-cola; essa abstinência explica o efeito que esse chá teve no meu organismo. Há dois anos, comprei coca-cola descafeinada quando andei com os virus da escolinha e no regresso ao trabalho continuava enjoada e resolveram me dar uma coca-cola normal, tendo a minha tensão arterial subido substancialmente. Nunca tinha tido TA elevada e a sensação foi péssima.
Agora compro limões para usar a casca ... parece-me ridiculo.

Explicação sincera

Peço desculpa do mau gosto em relação a ter referido a greve de fome que conduziu à morte e depois anunciei o regresso da pêra williams. Se repararem na diferença de minutos, percebem que desliguei o acesso ao blog e fui à cozinha procurar algo para jantar. Como estou sem apetite devido à constipação que desenvolvi por ter sido educada e simpática com uma pessoa, não me apeteceu comer mais do que a pêra comprada ontem juntamente com o limão.

Nhami

Sabiam que estamos outra vez na época da pêra williams? :)

Tantas refeições sem

No final do mês passado li a notícia da morte de um preso político cubano, devido a uma greve de fome levada a cabo durante 85 dias.
A primeira coisa que quis saber foi qual era o seu tamanho e peso para ter uma "ideia" da estrutura que aguentou fortemente um suicídio passivamente activo.
Encontrei uma fotografia mas não fiquei totalmente satisfeita, queria números e estudos prospectivos.

Sobreviventes, vivam!

Há notícias impressionantes como o daquela família que abandonou o Haiti na esperança de uma vida melhor e se mudou o mais rapidamente possível para o Chile. O resto imaginem ou procurem no google.
Só o "bebé" adorado é que me incitava a ficar imóvel ao levar com uma e outra e outra ondas de vomitado em cima das pernas e pés. Deixei-o ficar aconchegado no meu colo, dizendo para não se importar com o que estava a ficar sujo e para deitar "cá para fora tudo o que o fazia sentir-se mal" e, só sentia o seu vomitado a atravessar as minhas calças e a arrefecerem as minhas pernas. Os chinelos que estavam a ficar gastos, foram de imediato para o lixo. As nossas roupas, primeiro lavadas à mão e depois na máquina foram de imediato afastadas e, o chão foi lavado por mim em postura de gata borralheira que pensava "tão cedo não como ricotta", apesar de não ser ricotta.
O M. melhorou imenso nessa descarga, já a tia foi directa para o banho sem pensar pela primeira vez que estava em plena digestão.

Quem semeia ventos ...

Na sexta-feira à noite, o meu pai telefonou muito alarmado a exigir que eu salvaguardasse o meu carro da tempestade que se previa para madrugada e dia seguinte. Ainda me dei ao trabalho de mudar o carro de lugar, afastar um pouco do sinal de trânsito que parecia ser o alvo mais frágil sob a acção do vento. O meu pai ainda tentou insistir para eu deixar o carro na garagem do trabalho dele que fica razoavelmente perto da minha casa. Expliquei que não haveria nenhum problema e que esperaria que não haveria nenhuma razão para tantos avisos.
No dia seguinte, telefona-me a perguntar se estava tudo bem. Comentei que nem sequer havia ramos ou raminhos no chão, ao espreitar pela janela. Nessa altura, o meu pai contou que caiu uma parabólica em cima do carro da "mulher" dele, partindo o vidro da frente e destruindo uma porta e parte lateral correspondente.
Confesso que com base nesta sequência de conversas, deu vontade de rir pela ironia que foi.
... colhe tempestades!

02 março, 2010

Num dia de chuva, qual seria a probabilidade de?

- Apanhar com água? O suficiente para ter ido directa para o banho cheia de frio.
- Apanhar com uma torneira? Torneira?! Sim, uma torneira num dia de chuva. Parece dificil .... embora talvez não impossível. O sr das obras no meu trabalho resolveu mostrar a torneira e quando abriu a caixa, deixou-a cair.
- Apanhar com uma torneira no pé? Ui, isso assim dói. Sim, foi no pé que caiu em cheio.
- Apanhar com uma torneira no pé bom? Foi um alivio ter sido nesse. Doeu e pensei "não está a doer" e lá me aguentei e em casa vi que estava ligeiramente negro pelo que me safei de boa.
Palm Springs Real Estate