31 maio, 2010

Tec NO logias

Hoje a tecnologia não está do meu lado.
Primeiro quis imprimir um trabalho, um texto em documento word e a impressora recusou-se a fazer por ter terminado o tinteiro colorido ontem embora eu tivesse pedido a preto e branco.
Depois, finalmente recebi o orçamento da minha querida máquina fotográfica e ... uou! Perante um pedido de 160 euros a minha resposta foi: Esqueça, depois eu compro outra. Já andei a fazer pesquisa de mercado e fiquei com uma ideia do que quero, do que há e de preços.
Se tivesse avariado um mês antes, teria pedido uma como presente de anos (hihih). Por outro lado, poderia ter corrido o risco de não ter uma máquina na mão para fotografar os anos do M. Isso seria impensável para quem é do estilo asiático que anda (quase) sempre com a máquina atrás.

30 maio, 2010

Where do I belong?

Neste país todos jogam futebol, cantam e dançam ...

29 maio, 2010

A minha suspeita confirmou-se: hoje, sábado pelas 0750 os três senhores das obras lançaram-se ao martelo e posteriormente desenvolveram uma longa e animada conversa que se tivesse tido interesse ou paciência teria conseguido aceder ao conteúdo por completo.
Bolas!

28 maio, 2010

Parecenças

Fui agora procurar informação actualizada do estado de saúde do toureiro e fui parar a uma secção de fotografias suas sem ter o corno a atravessar o pescoço e exclamei: É igual ao Sting, tirando o cabelo.
Isto veio reactivar uma fantasia minha de infância em que achava que algures no mundo haveria uma menina igual a mim. Por acaso ainda não a encontrei ... já deve ser crescidota e espero que seja mais realizada do que eu.

Animação em desenhos

Não têm noção da quantidade de robots e naves que aparecem nos mais diversos desenhos animados. Até o novo e dinâmico Noddy tem um.
Fiquei a conhecer o desenho animado (recomendo) bem português de seu nome Gombby (nome tão nacional quanto o facto dos filmes portugueses em registo de DVD não terem habitualmente legendas estrangeiras). Vi as receitas feitas pelo Panda que considerei nada adequadas para crianças e tive pena de não conseguir ver as receitas do Nickelodeon. Lembrei-me quando me compravam a revista da Rua Sésamo para catalogar as diversas receitas de culinária que lá apareciam, a de salame de chocolate era óptima.

Muito vago

A minha transparência e objectividade contrastam com a superficialidade das suas palavras. No fim, senti-me exposta.

Até em férias acordo cedo

Tenho estado de férias forçadas (tive ordem para gozar os dias de férias do ano passado até dia 31) mas que calharam muito bem na sequência temporal por me têm permitido fazer tranquilamente uma comunicação.
Todos os dias da semana, às 0750 fui acordada por um martelar incansável que durava sensivelmente o mesmo tempo que a minha resistência ao sair da cama. No resto do dia, não martelam, ouve-se algo semelhante a raspagens e alguns barulhos de fura paredes.
Será que querem avisar que estão presentes no trabalho?
Já quando estive de baixa, durante quase 3 meses, "gramei" estes barulhos numa escala de intensidade mais acentuada e interrogo-me se enquanto trabalho fazem igualmente barulho. Questiono ainda o que é que ainda há para partir?
Ainda não conheço os novos vizinhos, só falei com um por telefone quando me contactou para avisar que durante quinze dias ia ouvir barulho em casa. Quinze dias?! Onde é que isso já vai ...
Quando o conhecer vou-me meter com ele com base nesse aviso. Quer dizer, se ele for aquele homem que vi duas vezes aqui no prédio que retira a capacidade a qualquer mulher de respirar ou verbalizar qualquer tipo de som, sou capaz de não dizer nada ...

27 maio, 2010

Grande tourada a situação

Vi a notícia do toureiro espanhol, Julio Aparicio e fiquei impressionada com as fotografias. Hoje quando ia começar a escrever fui procurar actualização das notícias e percebi que a sua condição clínica sofreu um agravamento e foi novamente transferido para os cuidados intensivos.
Não gosto de touradas e quando apanho alguma em modo zapping digo sempre em voz alta algo como: Vá tourinho, faz ao toureiro o mesmo que ele deseja fazer/faz a ti mas tem cuidado com o cavalo.
O estranho é que logo depois imaginei a cirurgia reconstrutiva e exclamei: deve ter sido linda de se fazer. O que se passa comigo para ter este tipo de raciocinio?

24 maio, 2010

A vida oscila entre pólos

Da possibilidade ao impossível,

Da facilidade ao inatingível.

Viveremos na memória de quem vive

Fizeram-me pensar quando é que terei construido a ideia de morte e de imediato revivi os últimos momentos passados com o meu avô paterno.
A uma distância de pouco mais de 20 anos, choro sempre aquilo que acredito que na altura não sabia como chorar. Fico impressionada por ter sonhado com a sua morte no dia em que viria a falecer e por ter construido um sonho que durante anos não consegui compreender o significado mas que posteriormente percebi que se baseou numa história que terei ouvido contar de uma experiência que terá tido.
(silêncio)
A propósito da tão alimentada ideia de que o "português é uma língua traiçoeira", foi engraçado o meu (relativo) esforço em seduzir o M. para ir comigo ver o Papa sem recurso a nenhuma imagem e sabendo que papa é sinónimo de comida de garfo e faca. Rapidamente tive o prazer da sua companhia, com o duplo significado de tia-madrinha.
Depois de abraçados por uma pequena multidão, fomos os últimos a dispersar porque com tamanho aparato a sua expectativa foi de pelo menos "mais tempo" a ver o Senhor de branco que ia no carro onde se consegue ver tudo lá por dentro e "abençoado" por um fantástico helicóptero.
Ainda no mesmo tema:
Depois de ter, sem sucesso, tentado comprar a medalha comemorativa da visita do Papa para guardar com recordação para as gerações seguintes, acabei por receber duas de quem me ouviu dizer que não encontrava em lado nenhum e fiquei chocada ao saber que uma delas foi comprada no Continente (não perguntei em que zona do supermercado se encontrava)! Depois desta desilusão, veio rapidamente outra que foi ver futebolistas e dirigentes a oferecerem as camisolas dos seus clubes. Why?!

Dúvidas minhas que são tuas

Falava-me de ciclos, de um ciclo em particular com duração de dez anos.
Será que sente que andou para trás nesse seu reencontro? Será que avança com o peso do passado? Será que não avançando está a avançar?
Analisando a minha vida, encontro marcos absolutos sempre com o mesmo espaço temporal ...

Pessoas sem nome e às vezes sem cara

Começo a esboçar uma teoria sobre encontros, o cruzar de pessoas ao longo da vida e o significado que estes podem ou não ter.
Tenho a sensação que haverá vidas com as quais a nossa vida se cruza em diferentes fases, etapas e situações e em que muitas vezes nós não reparamos ou o outro não se apercebe. Que significado terão? Qual o papel que desempenham?
Este post surgiu de dois reencontros em menos de quinze dias, primeiro de um amigo de escola que vi duas vezes no espaço de tempo referido e que não o via desde 2000 talvez: a primeira vez num velório e a segunda no trânsito. Depois cruzei-me com uma mãe e filha luso-francesas numa tradicional sala de espera e três dias depois numa loja noutra zona distinta desta cidade.
Depois penso no L., andámos juntos na natação com cinco anos; ele frequentou o espaço profissional da minha avó quando era criança e eu fui aluna do pai dele na faculdade, até que nos conhecemos via blog. Podiamos nos ter conhecido antes? Deveriamos nos ter conhecido antes?
Haverá mais pessoas que vão estando presentes na minha vida sem eu registar? Não reparo em todas? Será que sou notada sem notar?
Quero sair e olhar, observar e ver para depois pensar e escrever.

18 maio, 2010

Não precisamos de linguagem para

Abraços de cumprimento que se multiplicam em laços de amor, respeito, aceitação, ternura, orgulho e esperança. Tudo isto na incondicionalidade da nossa relação.
Impressionante o aspecto da mãe do meu pai, 24 horas depois de uma cirurgia. Nem nos meus melhores dias aparento tão bom estado!

Next step (sem escorregadelas)

Quando for operada não aviso ninguém nem quero que me apareçam mais pessoas à minha frente para além da minha mãe, pai, irmã, Maria e Luís. Espero que me respeitem na altura.
Até lá, fui encaminhada para tribunal do trabalho para avaliação da minha incapacidade. Já ouvi imensas opiniões e quase todas convergentes mas falta a de um advogado.

14 maio, 2010

Acho tão feio terem se aproveitado da agitação da vinda do Papa a Portugal para oferecerem o traiçoeiro presente na forma de tolerância de ponte (todo o dia de ontem) e, que foi internamente muito questionada pelos funcionários públicos que preferiam trabalhar para não prejudicar mais o país e nesse mesmo dia entre cintilantes mensagens de paz, de fé e de amor passadas pelo Papa, foram apresentadas medidas económicas drásticas de forma quase despercebida. Pena o Papa não se ter pronunciado sobre isso, acho que tinha maior sentido do que a referência a ideais sobejamente conhecidos em relação à não aceitação dos casamentos entre homossexuais e do aborto.

08 maio, 2010

Sol de pouca dura

Nunca esta expressão fez tão sentido como nas últimas duas semanas. Hoje tive que ir buscar as botas e casacos arrumados no último domingo, para fazer frente a estas condições climatéricas.
Quando comecei a ver o tempo chuvoso e húmido pensei: mais uma vez que bela pontaria na escolha do dia das pinturas ...

How bizzare?

Em relação ao dedo ter perdido a capacidade de fazer a flexão, mais um médico não conseguiu uma análise compreensiva de tal fenómeno tendo recorrido ao termo "bizarro" para designar a situação. O meu pai como é óbvio até vibrou com a escolha da terminologia porque acha que tudo o que eu faço, a forma como penso e as coisas que me acontecem no dia-a-dia têm rasgos de bizarria e, agora até o físico estaria em consonância com todo o "pacote" que represento.
A mim incomoda dizerem que nunca viram tal coisa e que tão pouco tiveram acesso a alguma literatura sobre isso. No meu entender da ciência e investigação, isso por si só seria um estímulo para fazerem pesquisas mais aprofundadas e não categorizarem como "estranho mas não importante porque vive-se sem essa capacidade", desvalorizando o sintoma e o hipotético valor simbólico que adquiriu neste caso para mim.

Coordenação e cooperação

Num destes dias, vi-me num grande cruzamento sem os semáforos a funcionar onde existem onze sentidos. Pelo meio encontravam-se dois polícias que não pareciam ser os tradicionais sinaleiros a tentar controlar o fluxo rodoviário. Fiquei parada em segundo lugar na fila ao pé do suposto sinal quando o carro ao meu lado não sei a que propósito decide avançar sem autorização. Logo aí foi um perigo mas ele parou poucos metros à frente tendo evitado um acidente como o que já havia no sentido em que nós iamos seguir. Depois chega o nosso momento de rodagem, o polícia faz sinal e avançamos. Até aqui tudo bem, só que a falta de coordenação era tanta que o outro polícia mandou avançar os carros que se iam cruzar connosco e confesso que nós condutores tivemos sorte e maior capacidade de reacção e de disernimento do que os polícias que começaram aos gritos um com o outro no meio do trânsito.
Espero que até ter-se recuperado a sinalização luminosa, todos tenham seguido em segurança.

Diálogos Surdos - Parte XXXVIII

- O M. pediu para ir visitar a bisavó a casa e como é óbvio levei-o. Quando lá chegámos quem abriu a porta foi a empregada que despedimos no ano passado por roubo e eu dei barraca ... Mal a vi de surpresa disse:
- Olá Maria.
- Não sou Maria, sou Fátima - e retirou-se para chamar a minha avó tendo nós permanecido na entrada da porta.
- Sabes, não me lembrei do nome dela e foi tudo tão rápido e inesperado que saíu outro nome, o que foi bastante desagradável. Entretanto o M. agarrou-se ao meu pescoço depois de a ver e disse que queria ir embora mesmo sem ver a bisavó. Não percebi o que se passou ...
- O quê?! Disseste-lhe olá?!

06 maio, 2010

Sim, tenho que ser operada.
Tendo a ver o lado bom das pessoas, a transmitir essa vertente aos outros e depois os próprios fazem questão em mostrar o outro lado descarada e vergonhosamente.
Usar o termo espécie humana ao que anda aqui à volta é demasiado desenvolvido e qualificado. Falar em raça, seria insultar os canídeos no mínimo.

05 maio, 2010

Gostava de ser como o elefante da LG Infinia.
Palm Springs Real Estate